quarta-feira, 22 de julho de 2009




Quando me amei de verdade,
pude compreender que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.
Então, pude relaxar.

Quando me amei de verdade,
pude perceber que o sofrimento emocional é sinal de que estou indo contra a minha verdade.

Quando me amei de verdade,
parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Quando me amei de verdade,
comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado, inclusive eu mesmo.

Quando me amei de verdade,
comecei a me livrar de tudo o que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e qualquer coisa que me pusesse pra baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo.
Mas, hoje eu sei que é amor-próprio.

Quando me amei de verdade,
deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje, acho o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!

Quando me amei de verdade,
desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Isso me mantêm no presente, que é onde a vida acontece.

Quando me amei de verdade,
percebi que a minha mente pode me
atormentar e me decepcionar.
Mas, quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

(Kim e Alison Mcmillen)

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Bem vindo se você for do bem, mensagens do mau serão também respondidas na mesma altura, não estou aqui pra inimisades, mas se for preciso defender o meu eu, defendo até as últimas, contudo tenha caltela, não sou de vidro, mas posso quebrar e me colar novamente, e você?...Pode?

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"Bom de beber"

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ABCD, São Paulo, Brazil
Marisa Monte Infinito Particular (Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Carlinhos Brown) Eis o melhor e o pior de mim O meu termômetro, o meu quilate Vem, cara, me retrate Não é impossível Eu não sou difícil de ler Faça sua parte Eu sou daqui, eu não sou de Marte Vem, cara, me repara Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim Só não se perca ao entrar No meu infinito particular Em alguns instantes Sou pequenina e também gigante Vem, cara, se declara O mundo é portátil Pra quem não tem nada a esconder Olha minha cara É só mistério, não tem segredo Vem cá, não tenha medo A água é potável Daqui você pode beber Só não se perca ao entrar No meu infinito particular

Blogger do eu mesmo.

Quem quer amar...

Estou voltando aos poucos pra minha casa, não que eu esteje na rua, mas aqui aonde estou é apenas emprestado, na verdade é aonde eu alugo, mas estou leve porque irá ser do jeitinho que planejei com uma pessoa especialzissima que é a minha irmã, cores, tamanho, limpeza, colocações de objetos, tudo esta sendo caltelozamente pensado com muito amor e carinho.
Até escolhas de quem irá nós vizitar será tudo pensado.
Está tão gostoso se sujar pra limpar algo verdadeiramente feito com a nossa cara, vale a pena se desgastar...
"...Que bom voltar, de novo encontrar, beijar você, rever você...Edi Motta

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