E não somente a imagem figurativa do tempo, mas faz frio na humanidade, geleiros por todo canto, passam despercebidos indo numa transição coletânia de agudos sentimentos calados pelo, frio.
Sem saberem, escondem em suas várias roupas do medo, carinhos sublimes e deliosos, cuja as mãos são escondidas pra não serem servidas mais tarde em um jantar a dois, escondidos em uma cidade vazia.Sendo então uma espécie de lanterna quebrada, não saboreiam a enchegar o que mais a de precioso e que esta morrendo que é um simples, carinho.
E tudo passa ser tão cru, sem sabor de quero mais, de "repeteco", vira apenas um segundo ou minutos feitos de experimentos, mas sem compromisso futuro, sem a admiravél sequência de algo infinito, morre antes de nascer, com íncrivel medo ou costume de estar só, fica mais só dentro desta eterna frieza cotidiana, que nem os livros são capazes de entender e querem toda essa magia do ser individual, com graça...pra dizer que se diverte com a friagem que faz dentro dele.
Escrito por KELLY CONSTANTINO
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Bem vindo se você for do bem, mensagens do mau serão também respondidas na mesma altura, não estou aqui pra inimisades, mas se for preciso defender o meu eu, defendo até as últimas, contudo tenha caltela, não sou de vidro, mas posso quebrar e me colar novamente, e você?...Pode?
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.